Next Generation Endpoint Protection: entenda mais sobre o assunto

Next Generation Endpoint Protection: entenda mais sobre o assunto

Os avanços nas técnicas de evasão dos cibercriminosos estão dificultando a detecção de novas ameaças. Para manter seus dados seguros, é necessário um novo modelo de segurança que use uma abordagem diferente dos processos tradicionais.

Nesse cenário, o Next Generation Endpoint Protection (NGEPP) vem recebendo muita atenção ultimamente. Mas o que realmente ele significa?

Para os gestores que sofrem muita pressão para garantir a segurança da informação da empresa, a coisa mais importante não é a última palavra da moda, mas encontrar uma solução eficaz para proteger seu ambiente de TI de um inimigo online cada vez mais ágil e determinado.

Continue lendo e descubra os seis pilares em que o NGEPP e porque ele é muito mais do que só uma tendência!

Primeiro pilar: prevenção maior contra ameaças

Há muitas ameaças diferentes por aí — ransomware, exploits na web, ameaças de dia zero — e você precisa de muitas técnicas de proteção diferentes trabalhando juntas para desviá-las.

Em vez de confiar apenas na inteligência de um fornecedor, agora é possível colecionar mais de 40 serviços de reputação por meio de serviços na nuvem para bloquear proativamente as ameaças.

Essa abordagem do Next Generation Endpoint Protection também usa um método leve para indexar arquivos para digitalização passiva ou digitalização seletiva, em vez de executar varreduras de sistema com recursos intensivos.

Segundo pilar: detecção dinâmica de malware

Usar exploits para tirar proveito das vulnerabilidades é uma técnica sofisticada usada por criminosos para quebrar sistemas e executar malware. Os drive-by downloads são vetores de ameaças comuns para a realização de ataques de exploits.

O Next Generation Endpoint Protection deve fornecer capacidade contra exploits para proteger tanto contra ataques baseados em aplicativos quanto na memória. Isto deve ser conseguido por meio da detecção das técnicas reais utilizadas pelas ameaças.

Essa abordagem é muito mais confiável, uma vez que as próprias técnicas de exploits não são tão fáceis de alterar ou modificar quanto os componentes usados ​​em malware.

Terceiro pilar: detecção de malware dinâmico

Detectar e bloquear ataques de dia zero e ataques direcionados é um requisito básico do NGEPP. Isso envolve monitoramento e análise em tempo real do comportamento de aplicativos e processos com base nas operações do sistema operacional.

Uma vez que muitos ataques se encaixam em processos do sistema e aplicações benignas para mascarar suas atividades, a capacidade de inspecionar a execução é fundamental.

Para proteger contra uma variedade de ataques e cenários, essa capacidade de detecção é mais eficaz quando realizada por meio de uma análise comportamental dinâmica.

Quarto pilar: mitigação rápida

Detectar ameaças é necessário, mas insuficiente. A capacidade de realizar mitigação deve ser parte integrante do Next Generation Endpoint Protection.

As opções precisam ser baseadas em políticas flexíveis o suficiente para cobrir uma ampla gama de casos de uso, como a quarentena de um arquivo, finalização de um processo específico, desligamento da máquina infectada da rede, entre outros.

Além disso, a mitigação deve ser automatizada e oportuna. Quando esse processo é feito rapidamente durante os estágios iniciais do ciclo de vida do malware, os danos são minimizados.

Quinto pilar: restauração

Quando um malware é executado, ele geralmente cria, modifica ou exclui as configurações do arquivo do sistema. Essas mudanças, ou restos que são deixados para trás, podem causar mau funcionamento ou instabilidade do sistema.

O Next Generation Endpoint Protection deve ser capaz de restaurar um dispositivo para seu estado confiável antes do malware, ao registrar o que mudou e o que foi remediado com sucesso.

Sexto pilar: indicadores e visibilidade

Uma vez que nenhuma tecnologia de segurança nunca será 100% efetiva, a capacidade de fornecer informações e visibilidade em tempo real é uma obrigação para NGEPP.

A visibilidade clara das atividades maliciosas que ocorreram em uma organização é essencial para avaliar rapidamente o alcance de um ataque e tomar as respostas adequadas.

Isso exige uma pista de auditoria clara e em tempo real do que aconteceu em um dispositivo durante um ataque e a capacidade de procurar indicadores de comprometimento em toda a rede.

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