Tudo o que você precisa saber sobre o registro DNS!

Tudo o que você precisa saber sobre o registro DNS!

Você já parou para pensar no mundão que é a internet? Para quem está do lado de cá da tela, é tudo muito simples: basta inserir um endereço no navegador e, em segundos, chegar à página que estava buscando. E do lado de lá da tela, como o sistema encontra os sites?

São milhões de páginas, hospedadas nos mais diferentes locais, e o usuário não precisa saber nada disso para acessar qualquer uma delas: quem faz esse trabalho todo são os servidores do Domain Name System (DNS).

Neste texto, conheça melhor o registro DNS, esse trabalhador incansável dos bastidores da internet, e entenda como ele funciona:

Nomes de domínio

Todo site ou serviço de internet tem um endereço de Internet Protocol (IP). Essa informação permite localizar o servidor em que o site está hospedado e, assim, ter acesso a suas páginas. Imagine, então, uma pessoa ter de saber todos os endereços IP dos sites que precisa acessar?

Graças ao DNS, ninguém precisa disso. Ele atribui nomes de domínio aos sites. O nome de domínio é o endereço que escrevemos no navegador para chegar a um site — no caso do nosso blog, esse nome é www.combina.com/blog. Além de bastante prático, é um sistema muito inteligente, pois memorizar nomes, principalmente quando eles fazem sentido, é muito mais fácil.

Se, ainda assim, o usuário não souber o domínio de cor, qualquer mecanismo de busca o encontra facilmente a partir de palavras-chave. Uma vez inserido o nome de domínio no navegador, lá nos bastidores, atrás da tela, o DNS se encarrega de relacioná-lo ao IP correto.

Servidores DNS

De forma simplificada, os serviços de DNS funcionam como grandes bancos de dados espalhados pelo mundo. Quando um domínio é inserido no navegador, o computador pede, aos servidores DNS de seu provedor de internet, que encontrem o IP associado a ele e abram a página.

Não é uma tarefa simples, mas o fato de os domínios serem organizados hierarquicamente ajuda. No topo da cadeia, está o servidor raiz (algo como o principal serviço de DNS). Em seguida, vêm os domínios populares: .com, .net, .org, .info, .edu, .br e muitos outros, que são conhecidos como Generic Top Level Domains (gTLDs, Domínios Genéricos de Primeiro Nível).

As terminações que designam países são as Country Code Top Level Domains (ccTLDs, Código de País para Domínios de Primeiro Nível). Depois, vêm os nomes que podem ser registrados com esses domínios — como a palavra “combina” em www.combina.com/blog.

O processo de relacionar um IP a um domínio se chama resolução de nome. Com a hierarquia, ela fica mais fácil, pois o esquema de trabalho é distribuído, e cada nível tem serviços específicos de DNS. Os servidores que respondem por domínios são os autoritativos e os que recebem consultas, os recursivos.

Assim, o DNS tenta localizar o site. Se não conseguir, consulta o servidor raiz, que indica o servidor pertinente, de acordo com a terminação, para continuar o processo até chegar ao servidor que responde pelo domínio. É ele que vai informar o IP associado e descobrir em que servidor está o site buscado.

OpenDNS

Quando o usuário contrata um serviço de acesso à internet, por padrão, fica sujeito aos servidores DNS da prestadora. Pode ocorrer, porém, de eles não funcionarem adequadamente. É possível, então, usar um serviço alternativo, como o OpenDNS. Gratuito, é otimizado para oferecer o melhor desempenho possível.

O OpenDNS tem dois IPs disponíveis:

  • Primário: 208.67.222.222
  • Secundário: 208.67.220.220

Os endereços podem ser configurados no computador ou em equipamentos de rede. Para usar o serviço, não é necessário cadastro, mas se o fizer no site do serviço, o usuário pode usufruir de outros recursos, como bloqueio de domínios e estatísticas de acesso, por exemplo.

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